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Investigado em operação contra corrupção na Saúde, secretário pede demissão

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Prédio do Ministério da Saúde
Marcello Casal Jr/ Agência Brasil

Prédio do Ministério da Saúde


Investigado por corrupção, o secretário Nacional de Mobilidade do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), Tiago Pontes Queiroz, se desligou do cargo nesta sexta-feira (8). A pasta comandada pelo ministro Rogério Marinho informou que ele vai se concentrar em “fazer sua defesa”.

Segundo o G1, ele é alvo de uma investigação da  Polícia Federal sobre suposta fraude na compra de medicamentos de alto custo no Ministério da Saúde. Queiroz ocupou um cargo de diretor na pasta entre 2016 e 2018, quando o ministro era o deputado federal Ricardo Barros (PP-PR).

A PF deflagrou a operação Pés de Barro para apurar o caso no último dia 21, com o cumprimento de 15 mandados de busca e apreensão no Distrito Federal e em quatro estados. De acordo com a publicação, os investigadores seguem a suspeita de que um esquema favorecia empresas em detrimento da saúde da população, com fraudes que chegaram a provocar a morte de ao menos 14 pacientes e um prejuízo de R$ 20 milhões.


Além de Queiroz, outros alvos da operação foram o ex-diretor do departamento de logística em saúde da Secretaria Executiva do ministério, Davidson Tolentino, e o sócio-presidente da Precisa Medicamentos, empresa investigada na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia, Francisco Maximiano.

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CCJ do Senado aprova PEC dos Precatórios

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O substitutivo à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 23/2021, conhecida como PEC dos Precatórios, do senador Fernando Bezerra (MDB-PE), foi aprovado esta tarde na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado por 16 votos a 10. A matéria agora será apreciada pelo plenário da Casa.

Durante a reunião, o senador Fernando Bezerra, que é o líder do governo no Senado, acatou emendas propostas pelos senadores, alterando trechos mais polêmicos do texto. Por acordo de lideranças, porém, ficou acertado que a discussão em relação ao texto final prosseguirá até a apreciação dos senadores no plenário.

“Nós estamos permanentemente abertos ao diálogo, ao entendimento, até o momento da votação no plenário, porque o objetivo é construir essa maioria mais ampla”, disse Bezerra logo no início da reunião.

A PEC, que já passou pela Câmara dos Deputados, libera espaço fiscal em 2022 para o pagamento do programa social Auxílio Brasil, por meio do parcelamento do pagamento de precatórios e da alteração do método de cálculo do teto de gastos previsto na Emenda Constitucional 95.

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Precatórios são dívidas da União, dos estados, municípios e do Distrito Federal, determinadas por sentença judicial definitiva. Podem ser relacionados a impostos, questões salariais ou qualquer outra causa.

*Com informações da Agência Senado

Edição: Aécio Amado

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